segunda-feira, 21 de junho de 2010

Bruna: Orelhas e Cauda Cortadas por Maldade

Quando pensamos que já vimos tudo o que o ser humano consegue fazer, eis que voltamos a ficar chocadas. Quando nos deparámos com esta pequena menina, nem queríamos acreditar. O seu estado geral era incrível: as orelhas e a cauda cortadas por maldade, à tesourada ou facada. E, no pescoço, um enorme e profundo golpe que dá ideia que a tentaram degolar.

E trata-se apenas de uma bebé de 1 quilo e meio. Completamente horripilante. :( Um pequeno ser tão indefeso que nem fugir conseguiria. Nem queremos imaginar a dor, o sofrimento terrível pelo qual passou esta menina. É impossível não virem as lágrimas aos olhos.

Pegámos naquele corpo frágil e fomos imediatamente com ela para a veterinária. Apesar de tudo aquilo por que passou, esta menina é tão meiga e querida... Pede muitos mimos e colinho. Mas tem os olhos mais tristes que alguma vez vimos.



Encontra-se agora a fazer tratamento e terá de ir todas as semanas à veterinária. Vai demorar ainda algum tempo até que possa ser novamente apenas uma cachorra. Mas vamos ajudá-la a conseguir isso e vamos ajudá-la a esquecer o horror que já passou na sua ainda curta vida.

Quando temos de tratar dela, fazêmo-lo sempre de coração completamente despedaçado e com uma revolta muito grande.

Como é possível que quem faz coisas destas, gente selvagem, autênticos monstros, continuem a sair impunes? Como é possível?

E voltamos a reforçar a necessidade urgente de se esterilizarem todos os animais. Imaginamos todos aqueles que devem estar por aí nas mãos de monstros e que nunca chegam a ser encontrados. :( A Bruna foi encontrada a tempo, mas carregará para sempre as pesadas marcas físicas desta maldade maquiavélica.

Estamos a precisar com muita urgência de: Rilexin 300, Pomada Omnimatrix, Rymadyl, Drontal Puppy, Advantix/Pulvex. A quem nos puder ajudar, agradecemos mesmo muito.

Link no Refúgio das Patinhas

No comments....



domingo, 20 de junho de 2010

Brincadeiras



Come imenso (adora Whiskas Junior e Purina) e corre atrás das manas...

sábado, 19 de junho de 2010

Modelo



A gui está a ficar grande - com quase 700 gr já é praticamente independente. Gosta de tirar fotografias :)

sexta-feira, 18 de junho de 2010

quinta-feira, 17 de junho de 2010

Amizades



A Gui fez amizade com as "gatas grandes"... mas não consegue controlar os dentinhos ;)

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Gatil da UZ

Hoje fui visitar os centenas de amigos de 4 patas da UZ. Depois do trabalho feito aproveitei e dei miminhos aos gatos (que deixaram lol) e passear com a Creme e o Gege.

É incrivel como no gatil há tantos gatos pretos e gatos tigrados. Contaram-me que a razão de haver tantos gatos pretos é que as pessoas ainda acreditam que dão azar e são o diabo... etc etc :( É triste... mas tem um nome: Racismo felino! Sem dúvida alguma, porque estão a julgar o gato pela cor da sua pelagem. Há gatos tão meigos na UZ que passam os seus dias entre refeições baratas e uma caminha mais que usada apenas à espera do dia em que alguém entre na box deles e os escolha em vez de levar mais um gatinho pequenino.

A guardar os gatinhos está o Nino, um cão de pequeno porte muito simpático e vivo que está sempre a pedir carinhos! :)
Eis o Nino!



Pedi para passear com alguns dos cães para poderem esticar as patinhas e apanhar sol. Tive o prazer de fazer o meu primeiro passeio com um cão (nunca o tinha feito antes) com a Creme, uma cadela de porte médio e pele curto/creme. A Creme é um doce de cadela!! Ela é que me passeou ;)

Eis a Creme:



Nota: A Creme está no canil há aproximadamente 2 anos e meio. Ninguém a quer adoptar?? :(

Quando voltei com a Creme para a box dela estava já de saida da UZ quando um cão - o Gêgê - pensou que era a vez de ele ir a rua e ficou triste quando viu que não ia ter essa sorte. Então eu pedi a trela de novo e levei o Gêgê a passear também. Ele ao contrário da Creme sabe bem onde quer ir - fomos até ao final da rua pela sombra que ele com a sua idade apreciou e quando eu fiz sinal para voltar, recusou. Não queria voltar para a box - queria ficar na rua. Mas meiguinho como ele é lá voltámos "enganado" com uma brincadeira e uma corrida.

Voltou todo orgulhoso para dentro da UZ como que a mostrar aos outros como tinha sido bom :)
Eis o Gêgê!!



Nota: Ninguém quer adoptar este menino?? :(

Conheci também a Diana, que chegou muito recentemente ao canil, é rafeira com um toque de cocker... linda bege e castanha com porte pequeno e só quer mimo e rua. Espero que não fique no canil durante muito tempo e que alguém se apaixone por ela..


Para a semana há mais passeios e mimos ! :)

terça-feira, 15 de junho de 2010

Gui



Com 510 gr não pára quieta... Não tem medo de nada nem de ninguém :)

segunda-feira, 14 de junho de 2010

Apadrinhe um Animal da UZ

O que é Apadrinhar um animal abandonado?

Apadrinhar um animal abandonado é contribuir directamente para a sua protecção e bem-estar. Através do apadrinhamento está a contribuir com um valor mensal que cobrirá uma parte da despesa que a associação tem com o animal em causa.
Quem são os candidatos a Apadrinhamentos?

Os candidatos a apadrinhamento são todos os animais da União Zoófila, pois a escolha do animal fica ao critério do padrinho. É no entanto importante e necessário que sejam em primeiro lugar apadrinhados os animais mais carenciados e com menos probabilidades de serem adoptados, mais concretamente:

* Os séniores
* Os doentes
* Os animais com características particulares em termos de personalidade que impossibilitam a sua adopção
* Os que por algum motivo foram maltratados e têm marcas físicas e/ou psicológicas

Como é realizado um apadrinhamento?

Veja neste site ou no nosso canil os nossos animais para adopção e apadrinhamento e escolha aquele que quer apadrinhar. Uma vez feita a escolha só tem de preencher a ficha de apadrinhamento que se encontra nesta página e enviar para a nossa sede por correio junto com o respectivo comprovativo de pagamento.


Não existe uma obrigação da pessoa que apadrinha. Digamos que o apadrinhamento é um compromisso moral que a pessoa que apadrinha tem com o animal. É uma forma de ajudar a melhorar as condições daquele animal dentro do Albergue.
A quota poderá deixar de ser paga a qualquer momento desde que a União Zoófila seja avisada com 15 dias de antecedência, momento esse que se considera que a pessoa deixa de apadrinhar o dito animal.
O Padrinho ou Madrinha de um animal apesar de não ter obrigações poderá e deverá visitar o seu afilhado(a) no horário de funcionamento da União Zoófila assim como levá-lo a passear. Desta forma está a ajudar à socialização do animal.
Um dos objectivos do apadrinhamento é que os Padrinhos divulguem o seu protegido de modo a potenciar a adopção do mesmo. Deste modo estará a salvar duas vidas....a do animal que saíu e a do que irá entrar para o lugar deste.
Quais são os direitos do Padrinho / Madrinha?

O padrinho ou madrinha de um animal tem o direito de saber o estado de saúde do animal caso este sofra alterações.
O animal terá registado na sua ficha o nome do seu Padrinho / Madrinha.
O valor pago pelo apadrinhamento é dedutível do IRS.
Receberá periódicamente uma fotografia do seu 'protegido'.
Qual é o valor do apadrinhamento?

O valor da quota de apadrinhamento é de 13€/mês para os cães e 8€/mês para os gatos.
Temos de referir que o custo que um animal ( seja ele cão ou gato) representa para a associação é muito superior ao que aqui apresentamos por isso consideramos que estes valores são o mínimo que a pessoa deverá pagar.
O Padrinho ou Madrinha é livre (e deverá indicar na ficha de apadrinhamento) de contribuir para outro tipo de ajudas ao animal tais como vacinas, esterilizações, castrações, banhos, tosquias...etc....

domingo, 13 de junho de 2010

Brincadeiras



Pequena e irrequieta corre e brinca por todo o lado. Infelizmente fica a maior parte do dia sozinha porque as gatas "grandes" não gostam dela... e ela que gosta tanto das grandes :)

Peso: 475 gr!!

Eis as mimadas das inimigas ;)

Desmistificando a Toxoplasmose ...a verdade e os mitos sobre a Toxoplasmose

n' Ajuda Quatro Patas

"Parabéns: você está grávida de 2 meses! Só tem um senão: você não está imune à toxoplasmose e se quiser ter uma gravidez bem sucedida deve desfazer-se do seu cão e do seu gato"
Certamente que estas palavras infelizmente tão repetidas nos consultórios médicos já... foram ouvidas por centenas de mulheres cujo coração ficou dividido entre o bem estar do filho tão desejado e o dos seus queridos animais de estimação.

Há motivos para tanta preocupação? Deve a mulher grávida automaticamente dar o seu cão ou gato quando engravida? Devemos acreditar em tudo o que lemos especialmente na imprensa destinada às leitoras do sexo feminino?

É incrível que às portas do 3º milénio tantos médicos e auxiliares de saúde estejam tão mal informados acerca da gravidez e dos gatos. Vamos aqui desmistificar isto de uma vez por todas e verificar que NÃO É NECESSÁRIO LIVRAR-SE DO GATO QUANDO ESTÁ GRÁVIDA, tal como a maioria dos médicos aconselha.

A toxoplasmose pode ocorrer em diversos mamíferos que ingiram carne crua, especialmente através da caça, e que por sua vez ingiram um dos estadios infectantes do protozoário chamado Toxoplasma gondii. Este parasita unicelular tem um ciclo de vida um pouco complicado. Sabe-se que tem de passar por um hospedeiro intermediário e por um definitivo, que é sempre o gato e APENAS O GATO, NÃO O CÃO! O toxoplasma só consegue produzir oocistos infectantes no intestino do gato. O cão não transmite toxoplasmose, coisa nenhuma. Que isto fique bem claro.

O ser humano serve portanto de hospedeiro intermediário. Nele o parasita enquista nos músculos ou outras partes do organismo. Mas esta infecção é geralmente assintomática. Muitas pessoas podem contrair toxoplasmose e não se aperceber disso, mas caso tenham sintomas estes podem ser febre baixa, dores musculares, aumento do volume dos gânglios linfáticos, perda de apetite e dores de garganta.

Uma vez exposto à doença, o ser humano desenvolve imunidade contra o parasita e raramente torna a adoecer com toxoplasmose. Isto é confirmado através de uma análise sanguínea a qual revelará que a pessoa é seropositiva em relação a esta doença. A mulher grávida seropositiva já teve a doença por isso já não há risco para o feto. Apenas grupos de risco tais como as pessoas que padecem de SIDA ou outra situação que deprima o seu sistema imunitário (pessoas que fizeram recentemente algum transplante), estão em risco de adoecer novamente e de maneira grave (pneumonias ou doenças neurológicas).

Mas o caso complica-se se a mulher grávida não é seropositiva quando engravida. Neste caso ela não deve contrair toxoplasmose pela 1ª vez durante os primeiros 3 meses de gravidez (após este período os riscos são significativamente menores). Apanhar toxoplasmose durante o 1º trimestre de gravidez equivale ao risco do bebé nascer com graves deformações neurológicas ou mesmo retardamento mental.

Já estamos a ver porque há tanto pânico... mas de alguma forma exagerado. Vamos ver porquê. Se a leitora possui um gato já há algum tempo que vive exclusivamente em casa, e que jamais come carne crua, você NÃO está em risco. De facto está cientificamente provado que manusear carne crua ou trabalhar em jardinagem sem luvas é mais arriscado do que fazer festas ao seu gato.

Os gatos contraem toxoplasmose por comerem carne crua ou caça (ratos, p ex.) que contenham algum dos 3 estadios infectantes deste parasita. Neste caso os gatos excretarão pelas fezes oocistos infectantes 3 a 10 dias após a ingestão de tecidos infectados. Esta excreção pode durar até 14 dias após a 1ª exposição do gato ao parasita. MAS APÓS ESSE PERÍODO É POUCO PROVÁVEL QUE O GATO EXCRETE DE NOVO, pois tal como os humanos, o gato desenvolve imunidade contra o toxoplasma. Os oocistos excretados nas fezes transformam-se em infectantes apenas1 a 4 dias após a excreção e podem permanecer assim no meio ambiente por vários meses. Se você eliminar as fezes do gato diariamente da caixa de areia, especialmente se usar luvas, bem vê que o risco de contrair toxoplasmose é mínimo!

Normalmente os felinos não exibem sintomas de toxoplasmose. Todavia os gatos infectados e que inadvertidamente contraem alguma doença imunossupressora (FIV ou FELV) podem adoecer gravemente com sintomas variados: letargia, depressão, febre, diarreia, pneumonia, hepatite, uveite (inflamação ocular grave) ou mesmo doenças neurológicas.

Existem muitas maneiras de minimizar o risco de contrair toxoplasmose. Cozinhe muito bem a carne pelo menos 15 a 20 m antes de a consumir. Tanto as carnes de vaca como o porco e o borrego podem transmitir a doença se consumidas cruas ou mal cozinhadas. O leite não pasteurizado de vaca, cabra ou ovelha também pode conter oocistos. Mantenha o seu gato exclusivamente em casa, não permita que ele consuma o que caça nem lhe forneça carne crua. Alimente-o com rações comerciais apropriadas.

Alguns médicos aconselham as grávidas a testar o seu gato para ver se é seropositivo ou não. Acho contraproducente até porque se der positivo, o gato pode já estar imune à doença, e já nem estar na fase de eliminação dos oocistos. Ou seja: pode já ter apanhado a doença há anos e agora já não constituir perigo nenhum. A má interpretação do teste pode condenar um gato que a priori pode não constituir perigo nenhum... Se o teste dá negativo, então melhor ainda! Não dê nada cru ao seu gato e não se preocupe mais com o assunto. O que interessa no fim de tudo é se a mulher grávida é imune ou não. Se não é, deve ser um pouco cuidadosa no primeiro trimestre de gravidez. Aliás, convenhamos: se você possui um gato há anos e ainda não está imune ao toxoplasma, não vai ser agora por azar que vai apanhar a doença só porque está grávida!

O mais provável é que o seu gato não lhe transmita mesmo a doença. E ainda mais: normalmente as mulheres descobrem que estão grávidas no 2º mês de gravidez. Se já passaram 2 meses de risco sem ter cuidados, porque entrar em pânico com o seu bichaninho se já só falta mais um mês de alto risco para o feto? Muitas pessoas não se apercebem deste facto...

A toxoplasmose não é o único perigo que as grávidas têm de enfrentar. Se houver boa higiene, e consumo de carne apenas bem cozinhada, a maioria dos problemas serão evitados. A toxoplasmose não é nenhuma novidade e as mulheres grávidas não devem temer possuir gatos. A companhia e a devoção que os felinos nos dedicam ultrapassa em muito o risco de nos expormos a doenças. Todavia se restam algumas dúvidas não hesite em contactar-nos ou o médico veterinário do seu companheiro felino! Estime-o, não o abandone!


6 MANEIRAS DE EVITAR CONTRAIR TOXOPLASMOSE:
1 Use luvas de borracha e lave bem as suas mãos após fazer jardinagem. A forma infectante do parasita pode viver por longos períodos de tempo na sujidade e areia onde os gatos defecam
2 Calce umas luvas e lave e esvazie a caixa do areião do gato diariamente para os oocistos não terem a oportunidade de se tornarem infectantes
3 Consuma carne sempre bem cozinhada, nunca em "sangue" e lave muito bem as suas mão após manipular carne e vegetais crús.
4 Beba leite pasteurizado, nunca cru
5 Verifique através de análise sanguínea se é seropositiva ou não. Se der positivo, então não tem nada que se preocupar
6 Lave bem as mãos após contactar com qualquer gato

sábado, 12 de junho de 2010

450 gr !


"Quero é mimo e comida... ainda demoras?"

sexta-feira, 11 de junho de 2010

Juntos pelos animais

Caros amigos e amigas:

Nos dias 19 e 20 de Junho de 2010, frente ao Canil / Gatil da Câmara Municipal de Lisboa, vai realizar-se uma VIGÍLIA Cães e Gatos em memória de todos os animais "desaparecidos" da nossa companhia ao longo de muitos anos e incontáveis dias.

NUNCA ANTES SE FEZ NADA DO GÉNERO EM PORTUGAL !

Um grupo de alguns elementos - OS ORGANIZADORES desta inciciativa - vai estar em VIGÍLIA 48 HORAS NON STOP frente ao Canil / Gatil da Câmara Municipal de Lisboa, localizado no Parque Florestal de Monsanto.

É PRECISO GOSTAR MESMO MUITO DESTES ANIMAIS para tomar esta atitude.

Como sabemos que não somos os únicos a estimar estes Cães e Gatos de Lisboa, a Organização da VIGÍLIA Cães e Gatos CONVIDA TODOS OS LISBOETAS (e não só) a comparecerem a esta chamada.

Assim, a partir das 10:00, todos os que comparecerem poderão escolher TURNOS DE QUATRO HORAS.
QUATRO HORAS é pois, o mínimo exigido para a presença nesta VIGÍLIA Cães e Gatos frente ao Canil/Gatil Municipal de Lisboa. Quem pretender pode escolher fazer mais de um turno, sendo cada QUATRO HORAS a medida a considerar.

NUNCA ANTES SE FEZ NADA DO GÉNERO EM PORTUGAL !
NUNCA ANTES SE FEZ NADA DO GÉNERO POR CÃES E GATOS !

Explicações serão postadas ao longo da semana, nas páginas Facebook destinadas a este evento:

http://www.facebook.com/home.php#!/profile.php?id=100001150012608&v=wall

(página principal)

http://www.facebook.com/home.php#!/group.php?gid=124979680857020&ref=ts

(Grupo da VIGÍLIA Cães e Gatos)

http://www.facebook.com/home.php#!/profile.php?id=100001136306826&ref=ts

Ao longo destas 48 horas um PIQUETE de "vigilantes" alertará e informará quem ali se deslocar para DEIXAR no Canil / Gatil de Lisboa o seu animal de companhia, que não o faça. Um Canil / Gatil municipal não é uma associação e, muito menos, um hotel. É um local que existe por obrigação legal devido aos animais de companhia (cães e gatos) serem considerados um perigo para os munícipes e, por consequinte, um PERIGO PARA A (chamada) SAÚDE PÚBLICA.

No entanto e, como não envolve custos, a coberto de inexplicável COBARDIA para com um ser indefeso e habituado a confiar em nós, "humanos", largas centenas de munícipes deslocam-se todos os dias aos canis municipais de Portugal para aí DEIXAREM os seus cães e gatos, invocando razões várias mas mostrando sempre uma inqualificável frieza de atitude.

A VIGÍLIA Cães e Gatos insurge-se contra este acto cobarde e revelador de insensibilidade. Por isso, acreditando que quem se descarta do seu animail de estimação não conhece o suficiente o que é um Canil / Gatil municipal, o PIQUETE da VIGÍLIA Cães e Gatos ali estará para prestar toda a INFORMAÇÃO ao munícipe "entregador".

A vida em Sociedade só será sustentável enquanto, após a posse de toda a informação necessária, os cidadãos se mobilizarem e criarem plataformas de sã convivência em que para benefício de uns, outros (geralmente mais fracos, indefesos e vulneráveis) tenham de ser SACRIFICADOS.

NUNCA ANTES SE FEZ NADA DO GÉNERO EM PORTUGAL !

Desafiamos cada munícipe, cada cidadão, cada pessoa, cada amigo de cães e gatos, a comparecer. A informação será prestada na PÁGINA PRINCIPAL e também complementada com INFO nas páginas do Grupo e do Voluntariado.

Hoje é o Dia Menos Sete.
Queremos mudar este sistema insensível e inqualificável que aceita como normal
a entrega de cães e gatos em Canil Municipal.

VIGÍLIA Cães e Gatos

Ao final de 9 dias...



Já peso 430 gr e corro pela casa em cima das minhas patinhas tremidas!

quarta-feira, 9 de junho de 2010

1 semana


Hoje é o 7º dia da Gui em casa. De manhã fomos ao posto 2 da SPA onde a médica aconselhou umas limpezas de betadine para as crostas, terminar a medicação e foi desparatizada. Portou-se lindamente e volta à medica daqui a 2 semanas. Tenho a dizer que os médicos foram simpáticos, competentes e apenas paguei 3,80 euros da desparatização.

terça-feira, 8 de junho de 2010

6º Dia


Corre pelo quarto muito desengonçadamente. Esconde-se de forma a ninguem a encontrar. Come biscoitos e bebe água. Ainda bebe leite mas pouco. Pesa 415 gr! Amanhã é dia de veterinário para ver se continua com medicação para as crostas.

segunda-feira, 7 de junho de 2010

5º Dia



Já pesa 390gr ! Já quase não bebe leite; continua muito carente e brincalhona :) Gosta de dormir no meio de roupa ou peluches.



sábado, 5 de junho de 2010

Dia 3



A Gui durante a noite começou a usar o caixote como os gatos grandes. As costas começaram a sarar e tomou "banho" de sabonete.
Gosta de companhia e fica sentada no sofá com ar muito triste a ver as outras gatinhas a correr e brincar; mas já começa a saltar e pedir mimo.
Aumentou 25gr desde ontem e provou comida húmida em mousse.

Eis a minorca!






sexta-feira, 4 de junho de 2010

2º dia em casa


De manhã tentei que as minhas duas outras gatas (adoptadas à pouco tempo e com pouco mais de 3 meses cada uma) tentassem dar-se bem com a pequenina. Mas em vão: as duas rosnaram e assanharam-se antes de fugir para bem longe.

Saí de cada com o gatinho enrolado numa manta e tentei ir até ao veterinário mais próximo - foi uma desilusão. Uma senhora brasileira informou-me que não tinham médica veterinária até às 16h, mas entretanto as senhoras que estavam lá a comprar artigos não me largavam, "ah é tão pequenino", "ah acha que vai sobreviver", "ah é tão fei0"... sim elas tinham razão era mesmo feia!

Peguei nela então e fomos até ao hospital onde nos tinham atendido muito bem antes.
Quando cheguei à recepção fizemos a ficha - foi nesta altura que percebi que o bichinho não tinha nome, e fiquei à espera. Eu comentei com a senhora da recepção que o bichinho era feio e ela ficou quase que ofendida e disse "ah não diga isso ela é tão linda...." e foi quando a gatinha se virou para a direcção dela e eu viu o mesmo que eu: uma macha castanha e preta, suja, com orelhas e olhos enormes. Teve de concordar comigo: parecia um morcego pequenino.

Quando finalmente chegou a vez do gato sem nome (nós!) a medica começou a examiná-la. Não parecia ter parasitas exteriores embora a barriga inchada pudesse ser de algumas lombrigas.
Peso: 320 gr
As orelhas estavam cheias de terra e estava um pouco desidratada. O que precoupava mais a veterinária eram uma crostinhas que ela tinha nas costas. Podiam ser alergia (mesmo a picada de pulga) ou feridas de se ter encostado a alguma coisa (tubos de escape de carros). Além disso eu só tinha visto comida a entrar mas nunca a sair... portanto ela aconselhou dar parafina como lubrificante e começar com antibiótico para as crostas não infectarem. Eu disse que achava que era uma gatinha mas a veterinária não ficou muito convencida e acho que queria, à força toda, que fosse um gato. Andou a ver a ver a ver, chamou uma colega, foi ter com outra mas nada, tudo indicava que era uma gatinha.
Paguei - 32 euros por consulta - e continuamos as duas em direcção à farm
ác
i
a e comprámos a medicação necessária. Em casa a gatinha continuava a comer o leite e, a sugestã
o da médica, tentei dar biscoitos junior, os quais ela comeu com muita alegria.


Eis a Gui no seu segundo dia em casa!



PS: Neste dia à tarde foi baptizada de Gui - exactamente porque toda a gente que a vê acha que parece um morceguinho!


quinta-feira, 3 de junho de 2010

Gui


A Gui foi encontrada há 6 dias (dia 03 de Junho) na Avenida Almirante Reis em Lisboa. Podia dizer para dramatismo da história que era uma noite fria e chuvosa, mas não; era uma noite de verão quente e agradável. Mas isso não impediu que esta gatinha de cerca de 3 semanas não estivesse suja, assustada e subnutrida. A Gui (que nesta altura não tinha nome) estava debaixo de um carro, deitada dentro da roda de trás. Ouvi-a a miar (na verdade a piar como eles fazem nesta idade) do outro lado da avenida e fui ver o que se passava. Assim que vi que era um gato e tentei por a mão debaixo ela assanhou-se. Confesso que tive um pouco de medo pois não sabia o tamanho do gato e se me podia fazer mal. Esperei. Tentei ganhar a confiança do animal e, ao mesmo tempo, ver se havia outro por perto (a mãe talvez). Nada, não vi nada durante quase 20min. No entanto o gatinho tinha deixado de se assanhar e eu liguei a luz do telemóvel e coloquei-o perto do animal. Vi que era uma manchinha suja e pequenina e não hesitei em pegar nele. O gato deixou-se ir e não fez qualquer tipo de movimento de fuga.
Acorri a casa com eles nas mão - era literalmente o tamanho da minha palma de mão.

A caminho de casa passei por uma clinica veterinária; que não conhecia mas por ser perto tentei experimentar se estava aberta mas não. Fui para casa. Estava em pânico, tinha medo que fosse tão pequeno que não fosse sobreviver, no entanto se ficava na rua também achava que não sobrevivesse, portanto dada a escolha, achei melhor trazê-lo.
As minhas mãos estavam literalmente pretas. Tentei limpar o gatinho com dodots um pouco e dar-lhe leite (de vaca mas leite...) e ele nada.
Fui à net ver se havia algum hospital veterinário perto desta zona e encontrei o da Estefânia. Liguei para lá, atendeu-me uma médica muito simpática que disse que eu deveria dar-lhe leite especial para gatinhos bebés com biberão e que ela o tinha no hospital para venda. Saí de casa, com o gatinho num manta (sempre a chorar) e lá fui eu até ao Hospital.
Quando lá cheguei a médica ficou espantada quão pequeno era o gato; infelizmente não foi observada neste dia porque, além de passar as 22h, era feriado e cada consulta de urgência eram 53€. No entanto a médica foi muito simpática e viu rapidamente se ela tinha feridas e se estava tudo bem; ensinou-me a dar o biberão e vimos que ela lambia melhor o leite do prato do que bebia do biberão.
Fui de novo para casa. Tentei limpá-la mais um pouco e... começou a corrida aos biberões.
Eu acho que o stress e o medo não a deixaram dormir toda a noite - e confesso eu também dormi pouco, não só pelo miar constante mas também pelos biberões de 3h em 3h que a médica tinha aconselhado.
E aqui está ela na primeira noite!